A esperança é a última que morre, isso não quer dizer que ela é imortal. Na pacata cidade de Naim está uma jovem senhora viúva e agora com a esperança que lhe restava - seu único filho - dentro de um caixão, sendo conduzido ao enterro.
A base de calmantes ela seguia com passos lentos olhando fixamente para o garoto, não lhe bastando os sofrimentos do passado e do pesente, pensava no futuro de solidão e descaso que a esperava.
Com tudo isso, ela ver agora entrar na cidade um grupo de pessoas lideradas por um jovem simpático - O Mestre - que lhe diz: "Não, chores", movido de íntima compaixão, Ele era o único alí, acredite, que tinha autoridade para dizer a ela que não chorasse e mau sabia ela que por traz daquele rosto piedoso e simples havia todo o poder.
Com simplicidade o Mestre toca o esquife e diz ao rapaz, "Eu te tigo: Levanta-te" e logo levantou surpreendendo os presentes e a mulher que agora não sabia se sorria ou se chorava, se decidiu chorar foi de alegria e gratidão. O Mestre continuou sua caminhada, sabia Ele que devia entregar a sua vida em breve por amor de muitos, inclusive daquela viúva e daquele jovem, Ele se foi mas a sua imagem ficou cravada no coração daquela mulher até o último dia da sua vida. Não é dessa vez que o sacerdote vai completar o cortejo fúnebre, não dessa vez!
E se você acha que até a esperaça decidiu te abandonar, saiba que Cristo poderá trazê-la de volta , e muito mais...
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